Boa tarde a todos!
Gostaria de comentar sobre Nosso Lar que foi passado na telona há alguns tempo atras e Chico Xavier filme que na minha modesta opnião foi uma biografia de um dos maiores mediuns que o Brasil ja teve.
NOSSO LAR
Gente eu adorei o filme! e claro que o livro e bem melhor (na minha opnião), o aerobus foi feito no filme do jeito que eu imagina...O umbral muito temeroso; mas a colonia na telona e linda adorei.
Os desenhos Minuciosos foram criados pela medium Heigorina Cunha atraves de suas observações feita durante suas saidas do corpo (desdobramento) em março de 1979,conduzidas e orientadas pelo espirito Lucius,O mapa da cidade "Nosso Lar" assim como tambem a arquitetura, ministerios e casas foram feitos com essas detalhadas observações.Esses desenhos foram confirmados por Chico Xavier que na epoca esclareceu que se tratava de Nosso Lar.
Foi esses desenhos que servirão de inspiração para se criar a cidade que vemos no filme.
Se vocês não assistiram comprem o filme ou alugem, eu recomendo a todos mesmo aqueles que não são adeptos ao espiritismo pois esse filme e uma lição de vida!
Ficha tecnica
Diretor e roteirista: Wagner de Assis
Elenco.
Renato Prieto .... André Luiz
Fernando Alves Pinto ... Lísias
Rosanne Mulholland ... Eloísa
Inez Vianna ... Narcisa
Rodrigo dos Santos ... Tobias
Werner Schünemann ... Emmanuel
Clemente Viscaíno ... Ministro Clarêncio
Ana Rosa ... Laura, mãe de Lísias
Othon Bastos ... Anacleto, Governador de Nosso Lar
Paulo Goulart ... Ministro Genésio
Helena Varvaki ... Zélia
Aracy Cardoso ... Dona Amélia, paciente de André Luiz
Selma Egrei ... Mãe de André Luiz
Nicola Siri ... Ernesto, atual marido de Zélia
Lisa Fávero ... Clarice, filha de André Luiz
César Cardadeiro ... Mariano aos 18 anos, filho de André Luiz
Chica Xavier ... Ismália, empregada da casa de André Luiz
Amelia Bittencourt ... Judite, tia de Lísias
Vania Veiga ... Iolanda, tia de Lísias
Aramis Trindade ... Paciente no hospital
Lu Grimaldi ... Ministra Veneranda
Ana Beatriz Correa ... Lucia, noiva de Lísias
Ana Kutner ... Assistente do Ministério do Esclarecimento
Anna Cotrim ... Mãe de Eloísa
André Luiz Miranda ... Jovem Min. Comunicação
Cristina Xavier ... Ismália aos 35 anos
Gabriel Azevedo ... André Luiz aos 20 anos
Gabriel Scheer ... André Luiz aos 10 anos
Jeniffer Oliveira ... Clarice aos 10 anos
Ana Beatriz Caruncho ... Maria Clara aos 10 anos
Pedro Lucas Lopes ... Mariano aos 10 anos
Alexandre Wacker ... Espírito do Umbral
Luciano Cazz ... Espírito do Umbral
Adriana Mattos ... Espírito do Umbral
Carlos Tenório ... Espírito do Umbral
Angela Maria Brito ... Espírito do Umbral Chico Xavier
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quinta-feira, 7 de outubro de 2010
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Chico Xavier - O Filme
No dia 2/04/10 sexta- feira da paixão estreiou o fime mais aguardados pelos espriritas e por muitos que tem curiosidade de saber sobre a vida desse homem maravilhoso Chico Xavier! Eu não fui assistir ainda mas vou nesse sabado...
Aqui vai a ficha tecnica do Filme e a Sinopse:
Produção: Lereby
Produção e Direção: Daniel Filho
Produção Executiva: Julio Uchôa
Diretora Assistente: Cris D’Amato
Montagem: Diana Vasconcellos, ABC
Música: Egberto Gismonti
Fotografia: Nonato Estrela, ABC
Roteiro: Marcos Bernstein, AC – baseado na obra “As Vidas de Chico Xavier”, do jornalista Marcel Souto Maior.
Direção de Arte: Claudio Amaral Peixoto
Figurino: Bia Salgado
Maquiagem: Rose Verçosa
Som Direto: Carlos Alberto Lopes
Desenho de Som: Simone Petrillo
Mixagem: Branko Neskov, Cas
Produtores Associados: Bruno Wainer, Eduardo Girão
Efeitos Especiais: O2 Pós Produções, Laboratório Technicolor Creative Services, Labo Cine do Brasil
Co-Produção: Globo Filmes e Estação da Luz
Distribuição: Columbia/Sony Pictures, Downtown Filmes
ELENCO
NELSON XAVIER: Chico Xavier (1969/1975)
ÂNGELO ANTÔNIO: Chico Xavier (1931/1959)
MATHEUS COSTA: Chico Xavier (1918/1922)
TONY RAMOS: Orlando
CHRISTIANE TORLONI: Glória
GIULIA GAM: Rita
LETÍCIA SABATELLA: Maria
LUIS MELO: João Candido
PEDRO PAULO RANGEL: Padre Scarzelo
GIOVANNA ANTONELLI: Cidália
ANDRÉ DIAS: Emmanuel
PAULO GOULART: Saulo Guimarães
CÁSSIA KISS: Iara
CASSIO GABUS MENDES: Padre Julio Maria
ROSI CAMPOS: Cleide
CARLA DANIEL: Carmosina
AILTON GRAÇA: Passageiro 1
CHARLES FRICKS: David Nasser
JEAN PIERRE NOHER: Jean Manzon
NILDO PARENTE: Juiz
BRUCE GOMLEVSKY: Promotor
PABLO SANÁBIO: Assistente De Produção
CADU FÁVERO: Rafael
GLAUCIA RODRIGUES: Letícia Almeida
LUIZ SERRA: Daniel Albuquerque
DANIEL BARCELOS JAIMOVICH: João Leonardo
THELMO FERNANDES: Menezes De Assis
PAULO VESPÚCIO: Emiliano
CYNTHIA FALABELLA: Professora
VIA NEGROMONTE: Dora
ADELAIDE DE CASTRO: Lea
OSVALDO MIL: José
LARISSA VEREZA: Lucia
ANSELMO VASCONCELLOS: Perácio
ANA ROSA: Carmem
NILVAN SANTOS: Agricultor
GREGÓRIO DUVIVIER: Oftalmologista
SAMUEL DE ASSIS: Altair
ANDRÉA CALDAS: Luiza
KIKA FREIRE: Geni
FLÁVIA GUEDES: Geralda
CARLA CABÉ: Maria Conceição
TANIA COSTA: Maria Cândido
CACÁ DIAS: Raimundo
ALEXANDRE DAVID: Pacheco
ANTONIO DESTRO: Oficial de Justiça
CARLOS MARIANO: Pastor Elias
JULIO UCHÔA: Homem com Bíblia
ANJA BITTENCOURT: Mãe das ensandecidas
MARIANA BASSOUL: Ensandecida 1
THAMIRYS SPYKER: Ensandecida 2
CAROLINA PAVANELLI: Ensandecida 3
JULIANA BERTONI: Ensandecida 4
TIÃO D’ÁVILLA: Feliciano
MARIA HELENA PADER: Mãe de Ludi
RENATA IMBRIANI: Tania
RAUL TOLLEDO: Walcyr
PIETRO MARIO: Pai que Chora
REJANE ZILLES: Mulher que dá Relógio
CININHA DE PAULA: Maria Celeste
PRAZERES BARBOSA: Mulher que recebe relógio
GUSTAVO OTTONI: Médico De Chico Em São Paulo
FABIO PORCHAT: Passageiro 2
LEONARDO JABBOUR: Eduardo
HELIO RIBEIRO: Repórter da TV
GUILHERME BERNARD: Euripedes
MATHEUS GUEDES: Vivaldo
ANDRE LUIZ FRAMBACH: José (1918 a 1922)
RAQUEL BONFANTE: Aluna Rosa
MATHEUS DE SÁ: Aluno
VICTOR NAVEGA MOTT: Moacir
Sinopse
Uma adaptação para o cinema que descreve a trajetória do médium, que viveu 92 anos desta vida terrena desenvolvendo importante atividade mediúnica e filantrópica. Fechava os olhos e colocava no papel poemas, crônicas e mensagens. Seus mais de 400 livros psicografados, consolaram os vivos, pregaram a paz e estimularam caridade. Para os admiradores mais fervorosos, foi um santo. Para os descrentes, no mínimo, um personagem intrigante.
Aqui vai a ficha tecnica do Filme e a Sinopse:
Produção: Lereby
Produção e Direção: Daniel Filho
Produção Executiva: Julio Uchôa
Diretora Assistente: Cris D’Amato
Montagem: Diana Vasconcellos, ABC
Música: Egberto Gismonti
Fotografia: Nonato Estrela, ABC
Roteiro: Marcos Bernstein, AC – baseado na obra “As Vidas de Chico Xavier”, do jornalista Marcel Souto Maior.
Direção de Arte: Claudio Amaral Peixoto
Figurino: Bia Salgado
Maquiagem: Rose Verçosa
Som Direto: Carlos Alberto Lopes
Desenho de Som: Simone Petrillo
Mixagem: Branko Neskov, Cas
Produtores Associados: Bruno Wainer, Eduardo Girão
Efeitos Especiais: O2 Pós Produções, Laboratório Technicolor Creative Services, Labo Cine do Brasil
Co-Produção: Globo Filmes e Estação da Luz
Distribuição: Columbia/Sony Pictures, Downtown Filmes
ELENCO
NELSON XAVIER: Chico Xavier (1969/1975)
ÂNGELO ANTÔNIO: Chico Xavier (1931/1959)
MATHEUS COSTA: Chico Xavier (1918/1922)
TONY RAMOS: Orlando
CHRISTIANE TORLONI: Glória
GIULIA GAM: Rita
LETÍCIA SABATELLA: Maria
LUIS MELO: João Candido
PEDRO PAULO RANGEL: Padre Scarzelo
GIOVANNA ANTONELLI: Cidália
ANDRÉ DIAS: Emmanuel
PAULO GOULART: Saulo Guimarães
CÁSSIA KISS: Iara
CASSIO GABUS MENDES: Padre Julio Maria
ROSI CAMPOS: Cleide
CARLA DANIEL: Carmosina
AILTON GRAÇA: Passageiro 1
CHARLES FRICKS: David Nasser
JEAN PIERRE NOHER: Jean Manzon
NILDO PARENTE: Juiz
BRUCE GOMLEVSKY: Promotor
PABLO SANÁBIO: Assistente De Produção
CADU FÁVERO: Rafael
GLAUCIA RODRIGUES: Letícia Almeida
LUIZ SERRA: Daniel Albuquerque
DANIEL BARCELOS JAIMOVICH: João Leonardo
THELMO FERNANDES: Menezes De Assis
PAULO VESPÚCIO: Emiliano
CYNTHIA FALABELLA: Professora
VIA NEGROMONTE: Dora
ADELAIDE DE CASTRO: Lea
OSVALDO MIL: José
LARISSA VEREZA: Lucia
ANSELMO VASCONCELLOS: Perácio
ANA ROSA: Carmem
NILVAN SANTOS: Agricultor
GREGÓRIO DUVIVIER: Oftalmologista
SAMUEL DE ASSIS: Altair
ANDRÉA CALDAS: Luiza
KIKA FREIRE: Geni
FLÁVIA GUEDES: Geralda
CARLA CABÉ: Maria Conceição
TANIA COSTA: Maria Cândido
CACÁ DIAS: Raimundo
ALEXANDRE DAVID: Pacheco
ANTONIO DESTRO: Oficial de Justiça
CARLOS MARIANO: Pastor Elias
JULIO UCHÔA: Homem com Bíblia
ANJA BITTENCOURT: Mãe das ensandecidas
MARIANA BASSOUL: Ensandecida 1
THAMIRYS SPYKER: Ensandecida 2
CAROLINA PAVANELLI: Ensandecida 3
JULIANA BERTONI: Ensandecida 4
TIÃO D’ÁVILLA: Feliciano
MARIA HELENA PADER: Mãe de Ludi
RENATA IMBRIANI: Tania
RAUL TOLLEDO: Walcyr
PIETRO MARIO: Pai que Chora
REJANE ZILLES: Mulher que dá Relógio
CININHA DE PAULA: Maria Celeste
PRAZERES BARBOSA: Mulher que recebe relógio
GUSTAVO OTTONI: Médico De Chico Em São Paulo
FABIO PORCHAT: Passageiro 2
LEONARDO JABBOUR: Eduardo
HELIO RIBEIRO: Repórter da TV
GUILHERME BERNARD: Euripedes
MATHEUS GUEDES: Vivaldo
ANDRE LUIZ FRAMBACH: José (1918 a 1922)
RAQUEL BONFANTE: Aluna Rosa
MATHEUS DE SÁ: Aluno
VICTOR NAVEGA MOTT: Moacir
Sinopse
Uma adaptação para o cinema que descreve a trajetória do médium, que viveu 92 anos desta vida terrena desenvolvendo importante atividade mediúnica e filantrópica. Fechava os olhos e colocava no papel poemas, crônicas e mensagens. Seus mais de 400 livros psicografados, consolaram os vivos, pregaram a paz e estimularam caridade. Para os admiradores mais fervorosos, foi um santo. Para os descrentes, no mínimo, um personagem intrigante.
Francisco Cândido Xavier
Biografia
Francisco Cândido Xavier nasceu em Pedro Leopoldo no dia 2 de Abril 1910 e desencarnou em Uberaba no dia 30 de Junho de 2002, nascido como Francisco de Paula Cândido e mais conhecido popularmente por Chico Xavier, notabilizou-se como médium e célebre divulgador do Espiritismo no Brasil.
Vida
Infância
Selo comemorativo do centenário de Chico Xavier, lançado pelos correios.Segundo biógrafos, a mediunidade de Chico teria se manifestado pela primeira vez aos quatro anos de idade,[6] quando ele respondeu ao pai sobre ciências, durante conversa com uma senhora sobre gravidez. Ele dizia ver e ouvir os espíritos e conversava com eles. Aos 5 anos conversava com a mãe, já desencarnada.[6] Na casa de sua madrinha, foi muito maltratado, chegando a levar garfadas na barriga. Aos sete anos de idade, saiu da casa da mesma para voltar a morar com o pai, já casado outra vez. Ele, para ajudar nas despesas da casa trabalhava e estudava em escola pública. Por conseqüência, dormia apenas sete horas por dia.
Juventude
No ano de 1924, termina o curso primário e não voltou a estudar, começando a trabalhar como auxiliar de cozinha em um restaurante no ano de 1925. No mês de maio de 1927, participou de uma sessão espírita onde vê o espírito de sua mãe, que lhe aconselha ler as obras de Allan Kardec, em junho ajudou a fundar o Centro Espírita Luiz Gonzaga, e em julho inicia os trabalhos de psicografia escrevendo 17 páginas. Em 1928, aos 18 anos, começou a publicar suas primeiras mensagens psicografadas nos jornais O Jornal, do Rio de Janeiro, e Almanaque de Notícias, de Portugal .
Divulgação no exterior
Em 22 de maio de 1965[8] Chico Xavier e Waldo Vieira viajaram para Washington, Estados Unidos, a fim de divulgar o espiritismo no exterior. Com a ajuda de Salim Salomão Haddad, presidente do centro Christian Spirit Center, e sua mulher Phillis estudaram inglês e lançaram o livro Ideal Espírita, com o nome de The World of The Spirits
Desencarnação
Chico Xavier faleceu aos 92 anos de idade em decorrência de parada cardíaca.[9] Conforme relatos de amigos e parentes próximos, Chico teria pedido a Deus para morrer em um dia em que os brasileiros estariam muito felizes, e que o país estaria em festa, por isso ninguém ficaria triste com seu passamento. O país festejava a conquista da Copa do Mundo de futebol de 2002 no dia de seu falecimento. Chico foi eleito o mineiro do século XX, seguido por Santos Dumont e Juscelino Kubitschek. Recentemente, iniciou-se a construção de um centro em sua homenagem.[10] Antes de sua morte, ele havia deixado uma espécie de código com pessoas de sua confiança para que pudessem ratificar sua presença quando houvesse um contato. Já nos aproximamos do décimo ano de sua morte e nenhum contato foi confirmado até o momento.
Psicografias
Chico Xavier psicografou 451 livros, sendo 39 publicados após a morte. Nunca admitiu ser o autor de nenhuma dessas obras. Reproduzia apenas o que os espíritos lhe ditavam. Por esse motivo, não aceitava o dinheiro arrecadado com a venda de seus livros. Vendeu mais de 50 milhões de exemplares em português, com traduções em inglês, espanhol, japonês, esperanto, italiano, russo, romeno, mandarim, sueco e braile. Psicografou cerca de 10 mil cartas de mortos para suas famílias. Cedeu os direitos autorais para organizações espíritas e instituições de caridade, desde o primeiro livro.
Suas obras são publicadas pelo Centro Espírita União, Casa Editora O Clarim, Edicel, Federação Espírita Brasileira, Federação Espírita do Estado de São Paulo, Federação Espírita do Rio Grande do Sul, Fundação Marieta Gaio, Grupo Espírita Emmanuel s/c Editora, Comunhão Espírita Cristã, Instituto de Difusão Espírita, Instituto de Divulgação Espírita André Luiz, Livraria Allan Kardec Editora, Editora Pensamento e União Espírita Mineira.
Mesmo não tendo ensino completo ele escrevia em torno de 6 livros por ano entre eles livros de romances, contos, filosofia, ensaios, apólogos, crônicas, poesias... É o escritor mais lido da América Latina. (nota: ano de 2010).
Seu primeiro livro, Parnaso de Além-Túmulo, com 256 poemas atribuídos a poetas mortos, entre eles os portugueses João de Deus, Antero de Quental e Guerra Junqueiro, e os brasileiros Olavo Bilac, Cruz e Sousa e Augusto dos Anjos, foi publicado pela primeira vez em 1932.[4] O livro gerou muita polêmica nos círculos literários da época. O de maior tiragem foi Nosso Lar, publicada no ano de 1944, atualmente com mais de 2 milhões cópias vendidas [15], atribuído ao espírito André Luiz, sendo o primeiro volume da coleção de 17 obras, todas psicografadas por Chico Xavier, algumas delas em parceria com o médico mineiro Waldo Vieira.
Os céticos diziam que ele seria desmascarado e que iria cair. Chico, no entanto, dizia que não iria cair, pois nunca havia se levantado.
Uma de suas psicografias mais famosas, e que teve repercussão mundial, foi a do caso de Goiânia em que José Divino Nunes, acusado de matar o melhor amigo, Maurício Henriques, foi inocentado pelo juiz que aceitou como prova válida (entre outras que também foram apresentadas pela defesa) um depoimento da própria vítima, já falecida, através de texto psicografado por Chico Xavier. O caso aconteceu em outubro de 1979, na cidade de Goiânia, Goiás. Assim, o presumido espírito de "Maurício" teria inocentado o amigo dizendo que tudo não teria passado de um acidente.
Francisco Cândido Xavier nasceu em Pedro Leopoldo no dia 2 de Abril 1910 e desencarnou em Uberaba no dia 30 de Junho de 2002, nascido como Francisco de Paula Cândido e mais conhecido popularmente por Chico Xavier, notabilizou-se como médium e célebre divulgador do Espiritismo no Brasil.Nascido de uma família pobre em Pedro Leopoldo, região metropolitana de Belo Horizonte, era filho de Maria João de Deus e João Cândido Xavier. Educado na fé católica, Chico teve seu primeiro contato com a Doutrina Espírita em 1927, após fenômeno obsessivo verificado com uma de suas irmãs. Passa então a estudar e a desenvolver sua mediunidade que, como relata em nota no livro Parnaso de Além-Túmulo, somente ganhou maior clareza em finais de 1931. O seu nome de batismo Francisco de Paula Cândidofoi dado em homenagem ao santo do dia de seu nascimento, substituído pelo nome paterno de Francisco Cândido Xavier logo que rompeu com o catolicismo e escreveu seus primeiros livros e mudado oficialmente em abril de 1966, quando da segunda viagem de Chico aos Estados Unidos. O mais conhecido dos espíritas brasileiros contribuiu para expandir o movimento espírita brasileiro e encorajar os espíritas a revelarem sua adesão à doutrina sistematizada por Allan Kardec. Sua credibilidade serviu de incentivo para que médiuns espíritas e não-espíritas realizassem trabalhos espirituais abertos ao público. Chico é lembrado principalmente por suas obras assistenciais em Uberaba, cidade onde faleceu. Nos anos 1970 passou a ajudar pessoas pobres com o dinheiro da vendagem de seus livros, tendo para tanto criado uma fundação.
Selo comemorativo do centenário de Chico Xavier, lançado pelos correios.Segundo biógrafos, a mediunidade de Chico teria se manifestado pela primeira vez aos quatro anos de idade,[6] quando ele respondeu ao pai sobre ciências, durante conversa com uma senhora sobre gravidez. Ele dizia ver e ouvir os espíritos e conversava com eles. Aos 5 anos conversava com a mãe, já desencarnada.[6] Na casa de sua madrinha, foi muito maltratado, chegando a levar garfadas na barriga. Aos sete anos de idade, saiu da casa da mesma para voltar a morar com o pai, já casado outra vez. Ele, para ajudar nas despesas da casa trabalhava e estudava em escola pública. Por conseqüência, dormia apenas sete horas por dia.
Juventude
No ano de 1924, termina o curso primário e não voltou a estudar, começando a trabalhar como auxiliar de cozinha em um restaurante no ano de 1925. No mês de maio de 1927, participou de uma sessão espírita onde vê o espírito de sua mãe, que lhe aconselha ler as obras de Allan Kardec, em junho ajudou a fundar o Centro Espírita Luiz Gonzaga, e em julho inicia os trabalhos de psicografia escrevendo 17 páginas. Em 1928, aos 18 anos, começou a publicar suas primeiras mensagens psicografadas nos jornais O Jornal, do Rio de Janeiro, e Almanaque de Notícias, de Portugal .
Divulgação no exterior
Em 22 de maio de 1965[8] Chico Xavier e Waldo Vieira viajaram para Washington, Estados Unidos, a fim de divulgar o espiritismo no exterior. Com a ajuda de Salim Salomão Haddad, presidente do centro Christian Spirit Center, e sua mulher Phillis estudaram inglês e lançaram o livro Ideal Espírita, com o nome de The World of The Spirits
Desencarnação
Chico Xavier faleceu aos 92 anos de idade em decorrência de parada cardíaca.[9] Conforme relatos de amigos e parentes próximos, Chico teria pedido a Deus para morrer em um dia em que os brasileiros estariam muito felizes, e que o país estaria em festa, por isso ninguém ficaria triste com seu passamento. O país festejava a conquista da Copa do Mundo de futebol de 2002 no dia de seu falecimento. Chico foi eleito o mineiro do século XX, seguido por Santos Dumont e Juscelino Kubitschek. Recentemente, iniciou-se a construção de um centro em sua homenagem.[10] Antes de sua morte, ele havia deixado uma espécie de código com pessoas de sua confiança para que pudessem ratificar sua presença quando houvesse um contato. Já nos aproximamos do décimo ano de sua morte e nenhum contato foi confirmado até o momento.
Psicografias
Chico Xavier psicografou 451 livros, sendo 39 publicados após a morte. Nunca admitiu ser o autor de nenhuma dessas obras. Reproduzia apenas o que os espíritos lhe ditavam. Por esse motivo, não aceitava o dinheiro arrecadado com a venda de seus livros. Vendeu mais de 50 milhões de exemplares em português, com traduções em inglês, espanhol, japonês, esperanto, italiano, russo, romeno, mandarim, sueco e braile. Psicografou cerca de 10 mil cartas de mortos para suas famílias. Cedeu os direitos autorais para organizações espíritas e instituições de caridade, desde o primeiro livro.
Suas obras são publicadas pelo Centro Espírita União, Casa Editora O Clarim, Edicel, Federação Espírita Brasileira, Federação Espírita do Estado de São Paulo, Federação Espírita do Rio Grande do Sul, Fundação Marieta Gaio, Grupo Espírita Emmanuel s/c Editora, Comunhão Espírita Cristã, Instituto de Difusão Espírita, Instituto de Divulgação Espírita André Luiz, Livraria Allan Kardec Editora, Editora Pensamento e União Espírita Mineira.
Mesmo não tendo ensino completo ele escrevia em torno de 6 livros por ano entre eles livros de romances, contos, filosofia, ensaios, apólogos, crônicas, poesias... É o escritor mais lido da América Latina. (nota: ano de 2010).
Seu primeiro livro, Parnaso de Além-Túmulo, com 256 poemas atribuídos a poetas mortos, entre eles os portugueses João de Deus, Antero de Quental e Guerra Junqueiro, e os brasileiros Olavo Bilac, Cruz e Sousa e Augusto dos Anjos, foi publicado pela primeira vez em 1932.[4] O livro gerou muita polêmica nos círculos literários da época. O de maior tiragem foi Nosso Lar, publicada no ano de 1944, atualmente com mais de 2 milhões cópias vendidas [15], atribuído ao espírito André Luiz, sendo o primeiro volume da coleção de 17 obras, todas psicografadas por Chico Xavier, algumas delas em parceria com o médico mineiro Waldo Vieira.
Os céticos diziam que ele seria desmascarado e que iria cair. Chico, no entanto, dizia que não iria cair, pois nunca havia se levantado.
Uma de suas psicografias mais famosas, e que teve repercussão mundial, foi a do caso de Goiânia em que José Divino Nunes, acusado de matar o melhor amigo, Maurício Henriques, foi inocentado pelo juiz que aceitou como prova válida (entre outras que também foram apresentadas pela defesa) um depoimento da própria vítima, já falecida, através de texto psicografado por Chico Xavier. O caso aconteceu em outubro de 1979, na cidade de Goiânia, Goiás. Assim, o presumido espírito de "Maurício" teria inocentado o amigo dizendo que tudo não teria passado de um acidente.
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